domingo, 21 de dezembro de 2014

DEMOLIDOR NA NETFLIX - MARVEL MAX NA TV?


Com a segunda temporada de Agents of Shield na sua mid session, estão andando os planos da Marvel Studios, para as novas séries que irão ao ar em 2015 na Netflix. Demolidor já está em fase de produção, com direção de Steven DeKnight (Spartacus) e é a primeira de 4 que irão explorar a vida de combate ao  crime nas ruas de Nova York. Os outros seriam Luke Cage, Jessica Jones (Alias) e Punho de Ferro.
Jeph Loeb afirmou que será mais uma série de um vigilante vestindo um traje que de um super-herói, ‘Não haverá pessoas voando pelo céu nem martelos mágicos. Nós sempre abordamos isso como um drama policial em primeiro lugar...’’ , em entrevista durante a New York ComicCon onde também foi exibido o primeiro teaser e o uniforme que será usado por Charlie Cox atuando como Matt Murdock.  que futuramente deverá ser mudado para o tradicional vermelho com chifres.
O que se viu dá a entender que será um drama policial de vigilantes em seu mundo neo-noir.
Essa abordagem estaria mais de acordo com a série de quadrinhos Homem Sem Medo, de Frank Miller John Romitta Jr, que DeKnight reconhece como uma forte influência, embora não seja uma adaptação direta.
Como ele disse a EW: "É um pouco mais corajosos e mais ousado do que a Marvel tem ido antes, mas nós estamos cuidando para não empurrá-lo à extrema violência ou nudez gratuita."
Só nos resta esperar e rezar.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

UNIVERSO DOS GIBIS - EXPOSIÇÃO NO MUSEU N. SRA DO ROSÁRIO - IGREJA DO GALO

Coleções criam conexões - com este tema o Museu Nossa Senhora do Rosário Bom Fim em São Gabriel, abriu seu espaço para uma exposição de gibis - revistas em quadrinhos - antigos e posters da coleção particular do colecionador João Irapuam Teixeira Torres.





da esquerda para a direita: João Irapuam, eu e o diretor Glécio.
O convite para a mostra partiu do Diretor do Museu, Glécio dos Santos Rodrigues e está inserida na 12ª Semana Nacional dos Museus, cujo tema desse ano, ''Coleções Criam Conexões'' propõe uma maior aproximação com a comunidade através da exposição de coleções locais das mais variadas, provocando a interação com o público através da memória.


Raridade: Os Pioneiros
João Irapuam - cuja coleção já teve perto de 11.000 exemplares - aprendeu a ler com os gibis, especificamente o Suplemento Juvenil que vinha encartado no jornal de domingo que seu avô, Valério, assinava, quando ainda morava na cidade natal de Lavras do Sul, RS, nos distantes anos 40.



Do Fantasma ao Spirit - aventura nos quadrinhos

A mãe que lhe ensinou as primeiras letras, procurou com êxito estimular-lhe o gosto pela leitura, o que resultou na coleção, não só de quadrinhos mas também de livros entre os quais destaca-se a coleção completa de Tarzan, pela editora Terramarear - uma verdadeira raridade que nos anos 30 publicou pela primeira vez as aventuras do Homem-Macaco no Brasil.


O Gibi - foi aí que o nome pegou.


Quando a família resolveu se mudar para São
Gabriel Irapuam tinha 15 anos e ao tomar contato com quadrinhos novos que estavam surgindo, começou a colecionar até mesmo pela facilidade já que em Lavras não haviam livrarias, o que veio a encontrar em São Gabriel. Tarzan foi um dos primeiros quadrinhos que colecionou.


A coleção que hoje está mais resumida tem muitos itens raros como edições de Terry e os Piratas - especial do Globo Juvenil da década de 30, Tim e Tok: O Mistério do Angra Negra, edições de Flash Gordon, Príncipe Valente, Mandrake, Fantasma, etc, da extinta Ebal, da editora Abril, RGE, e Globo, entre outras.
Fantasma, Dick Tracy, Os Vingadores, Príncipe Valente. Vale tudo pra quem curte um bom gibi.

livros sobre quadrinhos
Além dos quadrinhos Irapuam possui um acervo de mais de 50 livros sobre o tema. Muitos raros e esgotados nas editoras como História das Histórias em Quadrinhos de Álvaro de Moya, Para Ler O Pato Donald de Ariel Dorfmann e Armand Mattelart e a primeira edição da Enciclopédia dos Quadrinhos de Goida.





Edições novas de velhos mitos - Conan, Tex e Tarzan.

Porém, a melhor parte da coleção para Irapuam, é a parte do ranger TEX de quem tem a coleção quase completa e que começou a colecionar quando uma das suas filhas nasceu, na década de 70, comprando fielmente até hoje todas as edições que saem sobre o famoso Ranger. Uma peça interessantíssima da coleção é uma página original de uma história de Tex vinda diretamente da Itália.
Produção local do RS.
E como bom gaúcho, tem exemplares de quadrinhos produzidos aqui como A Guerra dos Farrapos de Tabajara Ruas e Flavio Colin, Revolução de 93 de Alvaro Barreto e Elbio Porcelis, As Cobras de Luiz Fernando Veríssimo, Rango de Edgar Vasquez e por aí vai.




banners
A exposição também conta com uma série de banners onde Irapuam expõe seu conhecimento sobre as várias eras dos quadrinhos, dos longínquos anos 30 quando surge o Superman - um dos mais antigos super-heróis - até os tempos atuais, passando pelas várias eras das HQs, como a de Ouro, Prata, Bronze e Moderna, detalhando suas principais características e personagens marcantes.

Fizemos um bate-bola com Irapuam e descobrimos suas preferências em quadrinhos:
posters
Melhores Personagens: Tex, Batman, Tarzan, Spirit e Capitão Marvel (Shazam!)

Melhores histórias: Watchmen de Alan Moore, Ronin, O Retorno do Cavaleiro das Trevas, 300 de Esparta e Sin City de Frank Miller e qualquer coisa que leve o nome de Will Eisner. Sem esquecer que também é fã da série Corto Maltese de Hugo Pratt, de quem tem praticamente todos os álbuns lançados no Brasil.

Melhores quadrinistas para ele são Gian Luigi Bonelli e Fábio Civitelli, criadores do Tex, Frank Miller que dispensa comentários, Will Eisner, famoso pelo personagem Spirit, Howard Chawkyn, Joe Kubert e Carmine Infantino.

A exposição que é aberta ao público e vai até dia 30 de setembro já foi visitada por várias escolas. Uma boa oportunidade de saber mais sobre a nona arte e ver de perto raridades difíceis de encontrar. Além dos posters, livros e gibis há uma pequena mostra de miniaturas e actions figures - uma nova coleção que está começando. Vale a pena conferir.

Serviço:
Exposição de quadrinhos, posters e actions figures.
Local: Museu Nossa Senhora do Rosário Bom Fim - São Gabriel - RS
Aberto para visitação de segunda  a sexta, das 10h as 17h e aos sábados das 10h as 12h.
Entrada Franca





segunda-feira, 25 de junho de 2012

2° MULTIVERSO COMIC CON - A PRIMEIRA COMIC CON A GENTE NÃO ESQUECE


Depois de um tempo grande escrevendo novamente pra relatar minha experiência na primeira comic con ou convenção de quadrinhos que vou. A 2ª Multiverso Comic Con foi dia 23 e 24 de junho, no colégio marista São Pedro, em Porto Alegre. Evento bem organizado e com muitas atrações. Vários artistas brasileiros que estão botando banca nos EUA, desenhando para as majors Marvel e DC como Eddy Barrows, Rafael Albuquerque, Renato Guedes, Mateus Santolouco e Daniel HDR e um argentino que considero um dos grandes e de quem sou particularmente fã, Eduardo Risso (100 Balas, Batman - Cidade Castigada, Spaceman) além de muitos outros. Também vale registrar a presença dos editores da Panini, Levi Trindade e Fabiano Denardin que estão fazendo um óitmo trabalho a frente dessa editora que dá pra dizer, que é uma das melhores, se não for a melhor, editoras de quadrinhos do país e também do Sidney Gusman, um cara que dispensa apresentações para qualquer fã de quadrinhos atualizado ou não.


Logo na entrada, depois de passar pela revista (segurança reforçada, man) há um postinho de informações com a programação completa do evento a disposição. Tudo bem sinalizado ou seja, ninguém se perdia  - placas indicando os caminhos de todas as atrações do evento.
Uma coisa super-necessária porque além do evento ser mega, o colégio marista também é. São 4 andares numa área mais ou menos de 100x100m  aberto no centro  onde colocaram a praça de alimentação. Além disso, todo o pessoal da organização muito atencioso e educado, não deixava ninguém sem resposta.


Denilson, a lenda.
Depois de passar pelo postinho, tinha a área do pessoal que faz fanzine. Muita gente boa mostrando seu trabalho, batalhando um lugar ao sol e longe do mainstream das majors. É nessa hora que a gente vê a força dos quadrinhos. Conheci o Denilson Reis que é editor de vários fanzines pra mais de 20 anos - participou no Quadrante Sul, um dos primeiros gibis do sul,  cuja primeira edição saiu em 87 e agora há pouco teve sua quarta edição. Olha a batalha do cara! Hoje ele edita e produz 5 fanzines, escreve pra jornal, site e ainda é professor de história e músico.

Antonio e Gustavo do Harley Studio - a nova geração
Do lado dele estava o Antônio Pereira e o Gustavo Borges, uns meninos que tem um estúdio, o Harley. O Gustavo está começando e já tem seu gibizinho, produção independente, o Morte Crews, além de vários projetos. do estúdio

Além desses tinha também o Profecia do Jerry Souza, com uma produção mais artesanal mas muito caprichado e histórias de vários gêneros, e outros como a série Debiloids do Rogério de Souza, com uma visão critica e bem humorada sobre variados assuntos e a revista Gaúcho Negro para colorir.
Super-importante esse espaço porque o fanzine é o laboratório do artista, é onde se testa e se contesta. É onde nascem os grandes projetos e de onde vem os grandes artistas. A independência financeira, mesmo que a duras penas, é o motor do fanzine.
Os Debiloids do Rogério
Bom depois do purgatório, já que estamos num colégio marista, vem o céu ou o inferno dependendo do ponto de vista. O céu para os fãs que poderiam ver alguns dos melhores desenhistas em atividade, desenhando e autografando e disponíveis para conversar, tirar fotos, etc. Inferno para o bolso porque meus camaradas  haja bolso.
a White Russian Society
Eu e o Rafael Albuquerque do Vampiro Americano
Logo na entrada do salão principal, havia o estande da White Russian Society, com Marcelo Braga, Rafael Abuquerque, Gustavo Duarte, Renato Guedes e Eduardo Medeiros - só fera. Comprei as 2 partes de Tune 8 do Albuquerque, que já tinha visto na web e gostado. Também peguei o Taxi do Gustavo Duarte de quem já tenho o Birds e não resisti a um poster-ilustração de Superman do Renato Guedes.
Essa foto com o Rafael Albuquerque quem tirou foi o Levi Trindade da Panini.

Eu e o Renato Guedes - ilustrador do Superman, entre outros.



Print do Renato Guedes. Ao vivo é melhor ainda.
Daniel HDR autografando o meu,  o 4 de 50. My precious. hehehe

Depois fui dar uma olhada por ali e achei o estande do Dinamo HQ Studio, capitaneado pelo Daniel HDR que estava desenhando com uns camaradas e lançando seu mais recente poster edição limitada: Liga da Justiça com os Super-Heróis da Hanna Barbera. Se eu comprei? bom...

Além dos desenhistas o estande estava sendo atendido por uma equipe muito atenciosa e eu morri legal ainda num encadernado Violent Cases do Gaiman e McKean, pero com descontinho camarada.
MUUITO MASSA!
Liga da Justiça Sem Limites e Cavaleiro das Trevas no Dinamo.
Para quem quiser ir aconselhável levar uma reserva legal de grana porque coisas para comprar é que não faltam. E por mais controlado que o sujeito seja, ele gassta e nem sente de tão faceiro que fica. Sabe criança em loja de brinquedos, então... 


 Tinha no salão principal uns 5 estandes de livrarias e revistarias, 4 estandes com artistas vendendo seus peixes, ops, albuns e gibis, com direito a autografo, sketch e foto, 4 estandes com camisetas, 2 com brindes, 1 com action figures, etc, etc. De babar. E eu babei, velho! 


Até o V entrou na onda do capitalismo selvagem!





CONSELHO JEDI RS


Bom, depois de tudo isso eu subi ao 2° andar para dar uma olhada nas salas temáticas da Liga Comics,e do Conselho Jedi RS 

promocional do lançamento da hexalogia.
O Conselho Jedi é um fã-clube oficial de Star Wars e a sala deles estava muito bacana e bem organizada com  uma coleção das mais fantásticas de itens de Star Wars incluindo posters, estatuetas de resina, entre outras preciosidades.  
banner da trilogia original

Pô, Edina essa lojinha leva qualquer jedi a falência. hehehe
Na área de souvenirs, uma infinidade de itens a venda como chaveiros, botons, canecas, copos, adesivos, mousepads, etc, etc.Essa é uma das fontes de receita do grupo.


Eles participam de muitos eventos com essa sala temática mas os planos incluem a realização de uma convenção somente de star wars em novembro - o 8° JEDICON. Espero poder participar.



Algumas peças da coleção do pessoal do Conelho Jedi RS - No Sale. Muito bom!

Peças muito foda que gostaria de ter em casa.
Uma das coisas interessantes da sala. Um cenário para tirar fotos com direito a traje e sabre de luz. Bom, eu não resisti mesmo.

'' - I´m your father, Luke! - Oh, no!'' huahauhauahau
Depois desse mico, resolvi visitar o pessoal da Liga Comics - um grupo formado por amigos das mais variadas profissões e que tem em comum a paixão por quadrinhos. Daí surgiu essa sala temática que é itinerante. Eles já estiveram em muitos eventos como feiras do livro, comic cons, escolas, etc.

A coleção deles é incrível e tem de tudo um pouco, actions, miniaturas, reproduções, gibis. Na verdade, me distraí e tirei poucas fotos. Fiquei conversando com o pessoal e marquei nessa.
Coleção de Batmóveis da Hotwheels
Superman salva o dia, sempre.


Tem também alguns originais bem interessantes e uma parte da renda do grupo vem, além do cachê das participações, vem da venda de artes originais do pessoal do grupo.

alguns originais da coleção do Gelson, o líder do grupo. Reparem no autógrafo.


O Gelson Weschenfelder é o líder do grupo. Além de professor de filosofia o camarada escreveu um livro de ensaios relacionando filosofia e super-heróis. Bem interessante. Depois que ler vou tentar fazer um release aqui no blog.


E olha só quem eu encontrei! heheheh
Praça de Alimentação do evento.
UNIVERSO BATMAN

Uma das coisas que mais me interessavam no evento era a exposição Universo Batman. Fui conferir. A mostra que estava no 4° Andar (haja perna pra tanta escada) era de uma coleção de originais de vários desenhistas e arte-finalistas do Morcego. É uma grande curtição ver os originais do que só se conhece pelos gibis. Ver o trabalho puro sem cor, no nanquim ou no grafite e ter um vislumbre do processo do artista. Não tem palavras que descrevam. 

Banner da entrada
Release com algumas das mais icônicas interpretações do Homem-Morcego
Dá pra notar o motivo que as fotos estão meio inclinadas por este primeiro release. Eram 3 mesas grandes com tampo de vidro e acima delas 3 malditas luzes fluorescentes que davam um reflexo filhadaputa no vidro. O jeito era tirar as fotos desse jeito pra poder pegar os detalhes.
Primeiro plano : Lee Bermejo e Tim Bradstreet - Batman/Deathblow
Segundo plano: pagina de Batman & Robin por Phil Jimenez 

Nanquim de Alex Maalev criado para a exposição de Batman 70 Anos

mais uma página de Batman/Deathblow com foco no Comissário Gordon

Gotham City - Joel Gomez - Print edição limitada

poster autografado da Batgirl por um cara que gosto muito: Dustin Nguyen 

Rafael Albuquerque grafite e nanquim sobre papel - A Batcaverna

Scott McDaniel - Alfred numa história de Asa Noturna.

Inimigos: O Coringa por Bill Sienkiewicz - o cara é muito foda.

Inimigos: Duas-Caras por Chris Bachalo

Outra do Nguyen - uma galeria dos piores e das melhores.
Família Batman - por Daniel HDR - nanquim e papel

Catwoman por Adam Hughes
Inimigos: Uma pagina do Pinguim por Michael Zuli

visão geral de uma das mesas. Sem muito espaço para fotografar.
Eddy, eu e o autógrafo.
Bom depois dessa reverência ao Batman desci para o salão principal do evento. Havia muita coisa pra ver ainda e gente pra conhecer.  

Um cara que estava no evento e que atualmente é um dos brasilieros que está fazendo muito sucesso com seu trabalho na DC,  Eddy Barrows, gente boa e super educado (como todos). Comprei seu Sketchbook e ganhei um autógrafo super-especial ou melhor bat-especial.  hehehe



Espectral e Rorschach. Faltava um comediante. Não faltava nada.

Uma coisa que achei muito interessante foram os cosplays  Achei a Espectral e o Rorschach e pedi pra tira uma foto. E não é que o Batman me sai de papagaio de pirata. 
Eu já estava meio cansadão e ainda não tinha conseguido o que mais queria. Conhecer o Eduardo Risso e autografar meu Batman Cidade Castigada e meu 100 balas vol.1. Na área de autográfos o pessoal estava se revezando e nada do cara. Já estava meio preocupado e o camarada que tomava conta já estava de saco cheio da minha cara. Acho que já estava perguntando de cinco em cinco minutos. A essa hora o evento estava bombando. Ollhei pro lado e vi o Levi Trindade, editor da linha DC da Panini na fila dos autógrafos e la perto da White Russian Society, o Sidney Gusman batia um papo com sei lá quem. Todo mundo numa boa.
De repente do nada, alguém diz, lá vem ele, la´vem ele. Entramos na fila eu e uma multidão. Eduardo Risso, o grande desenhista de 100 balas, etc, etc estava na mesa dos autógrafos. Fui o primeirão! Enfim ia autenticar minhas 2 obras de arte com o mestre. Não quis levar mais porque não queria abusar e tal. Bom, atrás de mim, tinha um cara com umas 20 revistas incluindo os 9 volumes de 100 balas da `Panini. Bom, azar. Lá fui eu. Cheguei na boa, falando em espanhol com o homem, ele é argentino. Cara muito gente fina e simpático. Não só autografou como fez um sketch do Batman no Cidade Castigada. Demais!!!
Eduardo Risso, o cara. Argentino e gente fina.
O momento sublime.hauahuahaua

A obra de arte.
Bom, depois dessa me lembrei que tinha estômago e fui achar alguma coisa pra comer na praça de alimentação. Sentei lá e fiquei dando uma curtida nos cosplays enquanto não chegava a hora do painel da Vertigo. A coisa é muito divertida. Todo mundo curte a brincadeira, tira fotos. Muito bacana mesmo.

No meio dos humanos, os Cosplays
as mais lindas Aves de Rapina
Gavião Arqueiro vs Mônica
A loira é Super. O problema era o primo que não desgrudava. hehehe
Cena Cosplay clássica. Todo mundo se diverte pra c..
Depois disso subi ao palco principal e fui assistir o painel da Vertigo com o Fabiano Denardin, editor da linha na Panini, Eduardo Risso e Rafael Albuquerque. Legal. Muitas perguntas. O pessoal falando sobre seu trabalho. O momento da Vertigo no Brasil que era muito bom e tal. Perguntei ao Risso como era trabalhar com o Brian Azzarello.Ele disse que era meio complicado - o homem mandava umas cinco páginas por semana e não entregava o ouro ou seja, não dava muitos detalhes da trama e dos personagens o que dificultava bastante o trabalho.


Bom, chegou o fim. Eu fiquei só um dia por lá e devo ter perdido muita coisa mas a experiência foi muito válida e super-importante para mim.  O que mais curti nessa comic con não foi a organização, as estrelas, painéis, os cosplays, os originais mas sim o fato de estar junto com gente que gosta do que eu gosto. Que curte gibi, filmes de aventura, arte e todo esse universo vasto e multiplo.  Essa foi a primeira que fui. Espero que seja a primeira de muitas. E pra finalizar uma última foto pra vocês terem idéia do que eu perdi.